sexta-feira, 20 de abril de 2012

Personagens da Superliga 2011/12: Tandara

Tandara disputou sua primeira Superliga quando tinha apenas 14 anos



A entrevistada de hoje é ponteira/oposta Tandara.


O que você faz quando tem um tempo de folga?
Quando tenho um tempo de folga, procuro estar na internet. Gosto de ler as notícias, ouvir música e assistir filmes. Gosto de todos os tipos de músicas, mas o samba prevalece perante os outros ritmos. Não tenho costume de ler revista, prefiro ler livros. Gosto do gênero espírita e dos livros motivacionais, mas também gosto de romance.

Você procura se informar sobre o que está acontecendo no mundo?
Nós precisamos estar sempre ‘ligados’ em tudo o que acontece. Então, vejo notícias sobre acontecimentos mundiais. Não gosto de ler sobre economia, notícias sobre bolsa de valores não me agradam. Mas procuro me informar sobre o que acontece em outros países. Claro, que também leio a editoria sobre a vida dos famosos. Sou muito noveleira, aliás, a maioria das meninas é. Realities show já acompanhei bastante, assistia todos os dias, mas atualmente não assisto tanto.

Você se considera vaidosa?
Em relação à vaidade, tenho picos e picos. Há aqueles dias em que vou ao salão e faço tudo, mas existem outros que estou meio ‘molenga’, mais tranquila e não fico tão com vontade de sair para me arrumar, mas me considero vaidosa sim.

Você se arruma mais quando a partida será televisionada?
Em jogos de tevê, passo uma base, mas tenho o costume de fazer a unha toda semana. Então, independentemente se for dia de jogo ou não, vou estar com as unhas pintadas. Outro cuidado que tenho semanalmente é com o cabelo também.

Tem algum cuidado especial com a sua alimentação?
Não tinha o costume de fazer dieta, mas desde que fui convocada para a seleção no ano passado comecei a fazer uma dieta, a seguir um plano de alimentação e tomar suplemento alimentar.

Quando começou a sua história no voleibol?
Comecei no voleibol quando tinha 10 anos, mas também praticava basquete, handebol, futebol. Sempre fui muito alta e forte, então quando praticava algum esporte tinha a preocupação de não machucar os outros. Mas o voleibol foi o último esporte que eu tentei e minha mãe me colocou contra a parede: ‘se você não ficar nesse, você vai apenas estudar’. E acabei indo de vez para o voleibol e gostando. Já estou nesse esporte há doze anos, sendo sete deles como profissional. Por incrível que pareça, quando criança já tinha feito até balé, mas o vôlei apareceu cedo.

Quais os momentos mais marcantes na sua carreira?
O momento mais marcante na minha carreira foi ter vestido a camisa da seleção brasileira pela primeira vez quando tinha 14 anos. Por mais que tenha sido um Sul-Americano foi a minha primeira competição internacional. Quando ouvi o hino nacional e a bandeira subindo foi de arrepiar. Além desse momento, no ano passado consegui realizar meu sonho de ser convocada para a seleção adulta, poder defender a nação brasileira e conviver com as atletas. Também minha primeira Superliga foi muito marcante, pois tinha apenas 14 anos e estava jogando contra uma Elisangela, Patrícia Cocco, entre outras jogadoras já consagradas.

Você costuma ir ao cinema?
Gosto muito de ir ao cinema. Aprendi com meu noivo que gosta bastante de filmes. Não tenho nenhum gênero específico, assisto ação, drama, comédia. Outro programa que gosto de fazer é ir ao teatro.

Você gosta de cozinhar?
Gosto de cozinhar, mas gostar não é saber. Só que aprendi desde os meus 10 anos a cozinhar, pois meu pai trabalhava e minha mãe também. Então, quando chegava da escola, tinha que preparar o almoço para o meu irmão, almoçar e já correr para o treino. Por isso, desde pequena aprendi. Meu pai é cozinheiro, então tento pegar o jeito da ‘coisa’ com ele

Fonte: Sollys Vôlei




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